STRESS III

Como controlar o stress

O stress pode ser benéfico em doses moderadas, pois em momentos de tensão produzimos uma substância chamada adrenalina (ou dopamina) que nos dá ânimo, vigor, entusiasmo e energia. Quando produzimos adrenalina ficamos em “alerta” prontos para lutar ou fugir das situações mais difíceis. Nessa fase do stress sentimos taquicardia, tensão muscular, boca seca, nó (pressão) no estômago e ficamos com as mãos frias e suadas.

Se o stress é continuado o organismo se cansa em excesso e a pessoa começa a se desgastar demais. Os sintomas dessa fase que é chamada de “resistência” são sensações de desgaste generalizado e dificuldades com a memória.

Se o que nos causa stress desaparece, ou se conseguimos lidar com ele adequadamente, os sintomas desaparecem. Porem quando o estressor continua presente nossas dificuldades começam a aparecer de fato. As conseqüências do stress excessivo podem ser:

  • Gastrite (mais tarde úlcera);
  • Problemas de pele (como por exemplo herpes, dermatites, urticária, psoríase e vitiligo);
  • Hipertensão arterial.

O stress excessivo também pode acarretar no envelhecimento precoce, depressão e ansiedade. Dificuldades sexuais também são freqüentes na pessoa muito estressada.

Esses sintomas são reversíveis e a pessoa pode ficar inteiramente boa se não chegar na última fase do stress, conhecida como exaustão. A pessoa fica sem energia, com baixa concentração, sem vontade de fazer nada.

Para se proteger do stress excessivo, aqui vão algumas recomendações:

  • Cuidados com a alimentação: comer bastante verduras de preferência cruas ou feitas no vapor, tais como: brócolis, chicória, acelga, alface e outras verduras ricas do complexo B, vitamina C, magnésio e manganês.
  • Relaxamento: ajuda a eliminar o excesso de adrenalina produzida e reestabelece a homeostase.
  • Exercício Físico: exercícios de 30 minutos diários.
  • Estabilidade emocional: controlar a pressa, a corrida contra o relógio e além disso se recomenda que a pessoa passe a curtir o processo de “ser”, do “existir” em si, em vez de só se preocupar com o “fazer”.
  • Qualidade de vida: por qualidade de vida entendemos o viver que é bom e compensador em pelo menos quatro áreas: social, afetiva e profissional. O viver bem refere-se a ter uma vida bem equilibrada em todas essas áreas e uma das maneiras é o controle adequado do stress emocional.

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